YONSEI SCHOOL OF BUSINESS – ÁLVARO SIZA COM CARLOS CASTANHEIRA E KIM JONG KYU

YONSEI SCHOOL OF BUSINESS - ÁLVARO SIZA COM CARLOS CASTANHEIRA E KIM JONG KYU

School of Business

Yonsei é local mas também é Universidade.
Na sua origem estiveram missionários americanos que não só trouxeram a religião mas também novos hábitos e conhecimentos.

O Campus universitário tem a estrutura típica de uma universidade anglo-saxónica: eixo central, hierarquização de edifícios, áreas de expansão.
Encastrado entre colinas de vegetação frondosa, agora classificadas, o Campus foi sendo ocupado por várias construções correspondendo às necessidades sempre crescentes.
O eixo central e inicial, destaca-se não só pela urbanidade que criou e gere, como pela qualidade arquitectónica, bastante má, das construções mais recentes. No local do projecto existia um complexo de oficinas e armazéns de apoio à Universidade. Terreno exíguo, com limites bem definidos, pois é área classificada.
O local tem a cota mais alta da área possível de construção do Campus, de forte pendente, e uma orientação excêntrica a nascente relativamente ao eixo estruturante.

Como uma cunha, formada por dois edifícios de alturas diferentes, o projecto fica encastrado na colina, criando um espaço exterior interno e uma ligação mais natural com a via de acesso.

Excêntrica, a implantação do edifício relaciona-se volumetricamente com as pré-existências e a estrutura do Campus.

A nascente, o volume de maior altura destina-se a dois grandes auditórios nos pisos térreos, áreas administrativas nos pisos intermédios, laboratórios e áreas de estudo, sendo a maior parte ocupada por gabinetes de professores.

O volume, ou volumes a poente, absorvem os espaços sociais nos pisos térreos e salas de aulas de muitos formatos e dimensões nos pisos superiores. O corpo mais a sul é inteiramente ocupado por espaços da biblioteca digital.

As ligações entre os dois corpos são possíveis pela cave de estacionamento automóvel e áreas técnicas ou pelas pontes que unem pisos diferenciados, permitindo alternativas de percursos.

O exterior será dominado pelas grandes superfícies em betão aparente de cor branca e pelas estruturas de duas fachadas em madeira dos alçados internos do pátio.
Estas estruturas funcionarão como dupla fachada, permitindo o acesso ao exterior, mas também o controlo da luminosidade e da temperatura pela abertura ou encerramento de portadas.

O pátio exterior, parcialmente ajardinado, será espaço de circulação e de encontro.

Lecce, 17.04.2009
Carlos Castanheira

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